quarta-feira, 13 de abril de 2016

Rarotonga - Cook Islands (Ilhas Cook)



Kia Orana,

As Ilhas Cooks são um conjunto de 15 ilhas, tendo entre elas 2 mais famosas: Rarotonga e Aitutaki.




Viajamos para Rarotonga por 1 semana, 
em janeiro de 2016, e eu vou contar pra vocês como foi essa viagem maravilhosa :)

P.S.: A moeda oficial das Ilhas Cook é o dólar neozelandês. Mas também se encontra por lá as cook islands coins.





Dia 1

Fuso horário é uma coisa interessante né? A gente já fica admirado quando sabe que a Nova Zelândia está 15hs a mais que o Brasil, então imagine o nó inicial na minha cabeça quando soube que as Ilhas Cook ficam 23hs atrás da Nova Zelândia?

Saímos da NZ dia 18 e chegamos em Rarotonga dia 17.



Chegamos lá às 9:45 da noite, e passamos tranquilamente pela alfândega. Recebemos um colar de flores, uma garrafa de água (da chuva) e uma toalha. Recebemos indicações sobre o nosso transfer pro hotel e seguimos. Ventava bastante, pois tinha acabado de passar um tufão por lá. Chegamos no Edgewater Resort, fizemos o check in e fomos direto para o quarto. Adoramos esse Resort e super indicamos ele. Mas uma coisa que você precisa estar ciente, principalmente se você mora na ilha sul da Nova Zelândia, é que lá tem maresia, que é uma coisa que nós estávamos bem desacostumados, pois não tem aqui na ilha sul. Porque é praia, é uma ilha, então, mais do que normal a maresia.







Dia 2

Tomamos café no resort, pois o café da manhã é incluso na diária. Andamos pelo Resort para conhecer, e também pela praia em frente ao mesmo. Ao meio dia pegamos o carro que tínhamos alugado, pelo qual pagamos $200nzd, por 3 dias. A locadora de carros e motos fica localizada dentro do Resort, a Polynesian Rental Limited.



Tínhamos lido na internet que se dá a volta na ilha toda, de carro, em 35 minutos, então fomos fazer isso :)

Paramos em Avarua, onde tem a polícia, mercado, lojas, tipo um shopping, farmácia e etc. Everton foi até a polícia para fazer a carteira de motorista de Rarotonga, conforme tinham nos indicado, mas os policiais falaram que não era preciso para carro, pois ele já tem a carteira da NZ, seria preciso apenas para moto. Procuramos um local para comer, e achamos um restaurante indiano horrível, eu particularmente odeio comida indiana, mas como a fome era muita e era o único lá, resolvi ir, mas só joguei dinheiro fora. Concluimos que Avarua é um centro mais pros locais e não pros turistas. E é super suja também.

Continuamos nossa volta na ilha, e ficamos super admirados com a quantidade de cemitérios em toda a ilha. Tem cemitérios nas casas; nos pátios das igrejas, bem na frente mesmo, ao lado da calçada que você anda para entrar na igreja  É porque eles enterram os seus entes queridos nas suas próprias terras.



Outra coisa que nos chamou atenção também, é a grande quantidade de cachorros de rua, soltos pela ilha toda. Assim como alguns outros animais também, galinhas, gatos, etc. No resort tinha várias galinhas soltas pelos pátios.

Eles também queimam seus lixos, como se fazia antigamente no Brasil.

Existe muita igreja também, são cerca de 35 igrejas na pequena ilha de Rarotonga.

O que é lindo de se ver são as árvores frutíferas pela ilha inteira :) E claro, um número disparado de coqueiros!

A noite comemos na Spaghetti House, que é um dos 2 restaurantes do Resort. Comida deliciosa.


Dia 3

Café da manhã no Resort, e compramos alguns passeios, que são vendidos na locadora de carros também. É importante lembrar, que menores de 5 anos não pagam pelos passeios. Quando fizemos a cotação dos passeios na agência, eles cotaram também pro Davi. Por sorte, resolvemos não comprar no pacote e deixar pra comprar lá, por causa das condições do tempo. Fomos passear na Muri Beach, muito linda essa praia e sinal verde para tomar banho. Porém, em todas as praias da ilha, eu indico que usem o reef shoes, o tênis adequado para andar nos coráis sem machucar os pés. 


SUPER IMPORTANTE: Tem que se tomar muito cuidado com o stonefish, se você pisar nesse peixe, que parece uma pedra com coráis, você vai arruinar as suas férias, e ficar super mal, pois ele solta um veneno. Ele é um dos peixes mais venenosos que existe. Mas fique tranquilo, que ele não vai sair correndo atrás de você. Você é que precisa tomar cuidado para não pisar nele. Ele faz camuflagem. Eu aconselho você a pesquisar sobre esse peixe antes de ir.

Quando fizemos snorkeling eu vi um, claramente, pois ele estava num local onde só tinha areia e não tinha pedras e coráis ao redor. Avisei o Everton que estava com o Davi, e as pessoas que estavam por perto e todos fomos para longe. Alguns curiosos chegaram um pouco perto para ver e depois saíram.

Almoçamos um fishburger. Que se encontra em quase todos os estabelecimentos de refeições, na ilha.

IMPORTANTE: Água é super cara lá, na verdade tudo é caro, mas a água achei meio absurdo. Nos resorts é mais ou menos $7.50 uma garrafa de 500ml, enquanto a lata de coca-cola custa $6. Então fizemos o seguinte, comprávamos água no mercado (mais barato) e pagávamos $5 por uma garrafa de 3 litros, e enchiámos as nossas garrafinhas.

INTERNET: O resort oferecia pacotes de wifi, porém achamos muito caros ($20 por 100mb, que eu lembro, mas me esqueci os outros valores, hehe, mas são super caros). E você pode usar dentro do resort. Então nesse terceiro dia descobrimos um tipo de wifi que fica disponível em vários pontos da ilha. No caso você paga por uma determinada quantidade de megas, e quando estiver perto desses pontos de wifi, pela ilha, pode usar :)



E também encontramos uma lan house.

Aproveitamos a piscina do hotel, e fomos nos arrumar para ir pro jantar do Te Vara Nui. Gente, vale muito a pena. Tem 3 opções de pacote, nós escolhemos o pacote completo, o Combo Extravaganza. Aprendemos muito sobre as Ilhas Cook, Rarotonga, os maoris Cook Islands, e tudo sobre cocos :) 

E desfrutamos de um buffet maravilhoso, com muita variedade de comida e comida típica da ilha também.







Dia 4

Eu não sei se era por causa do fuso horário, mas todos os dias sempre acordamos muito cedo. Nesse quarto dia por exemplo, eu acordei as 6:47 da manhã. Fechei os olhos e tentei me concentrar pra dormir de novo, mas não deu. Eu disse: C'mon Luana Karina, você está de férias! Mas não teve jeito.

Tomamos café e fomos pra outro passeio, o Koka Lagoon Cruise, amamos essa experiência, demais mesmo :)





É onde tem o Rei do Coco.



Após esse passeio, fomos conhecer a única cachoeira de Rarotonga, a Wigmore's Waterfall:



Comemos um burger e tomamos um suco natural numa lanchonete em containers




Fomos pro resort fazer snorkeling, uma das melhores sensações que eu já tive na vida, nadar com os peixes, lindo demais. Os equipamentos são todos grátis para os hóspedes do resort.






A noite, jantamos num restaurante de outro resort, o The sands. Gostamos muito também desse restaurante. Pegamos um combo que vem 2 pizzas grandes + batata-frita + 1 refrigerante de 1.25l.

Andamos na beira da praia em frente ao resort a noite, e vimos os peixes brilhando na água.





Dia 5


Como hoje seria o dia de entregar o carro, tomamos café no resort e fomos dar a última volta na ilha (de carro). Fomos no gift shop, tudo muito lindo e a maioria feito a mão por locais, porém tudo caro. Voltamos e entregamos o carro e ficamos por lá, aproveitando o resort. Fizemos snorkeling novamente, também aproveitamos a sala de jogos. Tem o kids club, que o Davi não quis ficar em momento algum, hehe. A comida do restaurante de dentro do Resort também é muito boa. O spaghetti house fica na entrada do Resort. Também compramos algumas coisinhas no gift shop do próprio Edgewater.









Dia 6

Nesse dia fizemos o Raro Safari, que no caso é um passeio por dentro da ilha, na mata e montanhas.



A tarde ficamos aproveitando o resort novamente: snorkeling, praia, piscina, sucos, comida, boa vida :D

A noite fomos jantar no super recomendadíssimo Tumunu Restaurant, que fica a 100 metros do Resort.



Depois aproveitamos nossa última noite :( naquele paraíso.


Dia 7

Fomos de ônibus até na feira, que acontece todo sábado, com várias barraquinhas de comidas, frutas, bebidas, vendas de frutas e produtos locais, etc. Tem apenas 2 ônibus: o clockwise (sentido horário) e o anticlockwise (sentido anti-horário). Aproveitamos ao máximo as últimas horas lá, com o coração bem apertado, morrendo de vontade de ficar mais. Pegamos o vôo a noite, também as 9:45.


Essa foi uma das melhores férias das nossas vidas, amamos Rarotonga, amamos a nova cultura que aprendemos, as pessoas são super receptivas, amamos conhecer aquele povo. Eu fiquei admirada de como o povo de lá respeita suas próprias crenças, e realmente pratica aquilo que acredita. Eles sempre oram antes das refeições, até mesmo nos passeios que oferecem almoço. Antes de liberar a comida, eles oram. Eu sempre acho que ao invés de voltar em algum lugar, devemos ir conhecer um novo lugar. Mas eu confesso que Rarotonga tem gostinho de quero mais.

Única coisa que lamentamos é que não fomos conhecer Aitutaki, que tem uma das mais lindas lagoas do mundo. Você não precisa ficar hospedado em Aitutaki, pois lá é super caro, bem mais caro que Rarotonga. Você pode fazer um tour de um dia lá, partindo de Rarotonga, vai pela manhã e volta a noite. Você encontra informações e vídeo sobre esse tour, clicando aqui. E também pode dar uma olhadinha na postagem do blog Viajoteca, sobre Aitutaki, clicando aqui. Nós não fizemos esse tour porque o tempo não estava bom, e ficamos acompanhando e vendo que o tufão que tinha passado por Raro, estava passando pelas outras ilhas também. Então achamos melhor não fazer.


Para mais dicas sobre Rarotonga, clique aqui.

E você pode também acessar outros links:

Vídeo belíssimo sobre Rarotonga

Mais fotos dessa viagem

Um guia de viagem bem completo

Mais passeios na Nova Zelândia

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